segunda-feira, novembro 13, 2017

segunda-feira, outubro 23, 2017

Saber

Tenho o privilégio de não saber quase tudo. E isso explica o resto.
(Manoel de Barros)

segunda-feira, outubro 16, 2017

Aprendimentos

"O filósofo Kierkegaard me ensinou que cultura
é o caminho que o homem percorre para se conhecer.
Sócrates fez o seu caminho de cultura e ao fim
falou que só sabia que não sabia de nada."
...
Cena do filme 'O filme da minha vida', de Selton Mello

quinta-feira, outubro 12, 2017

"Andanças no ritmo palavral de Manoel de Barros"

No dia 17/10 (terça) às 10h30 - Auditório G - Debatedora Luciana de Leone - acontecerá o XIV Simpósio do Programa de Pós-Graduação em ciências da Literaturada UFRJ. 

Quem vai se perder no ritmo a poética de Manoel de Barros será o doutorando Fábio Pessanha.


Resumindo pelo próprio Fábio Pessanha:


O que se chama ritmo? um andamento, uma cavalgadura palavral, uma constância no frenesi por se dizer um poema dentro de um universo próprio, em que métricas ou absurdos se comprazem? Numa investigação em que a credibilidade do impossível seja aventada para futuros questionamentos acerca do sentido rítmico, o trabalho aqui proposto sugere uma leitura desse assunto a partir da poética de Manoel de Barros.

sábado, outubro 07, 2017

Mês da Criança



"Então eu trago das minhas raízes crianceiras a visão comungante e oblíqua das coisas. Eu sei dizer sem pudor que o escuro me ilumina. É um paradoxo que ajuda a poesia e que eu falo sem pudor. Eu tenho que essa visão oblíqua vem de eu ter sido criança em algum lugar perdido onde havia transfusão da natureza e comunhão com ela..."
[Manoel de Barros]

quinta-feira, setembro 21, 2017

Dia da árvore


"Estou na categoria de sofrer do moral porque só faço coisas inúteis. No meu morrer tem uma dor de árvore".
 (Manoel de Barros) In: O livro das Ignorãças

Primavera

"Chegam aromas de amanhã em mim."
Manoel de Barros

Fotografia tirada por mim em Casimiro de Abreu - RJ



*Um brinde à chegada da primavera amanhã.

quarta-feira, setembro 20, 2017

Um pouco sobre a polêmica estátua

Foto: Álvaro Herculano
A estátua de Manoel de Barros sentado no sofá, pesando 400kg e medindo 1,38m de altura, custou R$ 232 mil aos cofres públicos e  foi concebida para ser instalada na Avenida Afonso Pena. Área central de Campo Grande, cidade onde o poeta viveu e morreu.

O futuro da estátua do poeta Manoel de Barros tomou outro desfecho quando a Secretaria de Cultura e Cidadania do estado, “detentora” da estátua, a cedeu ao município para executar a instalação. A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Campo Grande (Sectur) deu parecer favorável para a instalação na área pretendida pelo governo do estado, mas o Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul (IHGMS) se manifestou contrário, porque no local existe um sítio arqueológico militar.
O Ministério Público Estadual (MP-MS) entrou então, em 1º de setembro, com uma ação para impedir a instalação da estátua. Alegou que a área pretendida é tombada pelo patrimônio histórico e cultural da cidade e, para qualquer intervenção no canteiro da avenida, seria necessária a aprovação da Sectur e também do IHGMS.
(...)
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Em meio a polêmica e indefinição de um local para instalação da estátua de bronze do poeta Manoel de Barros, o Ministério Público Estadual fez a sugestão de três espaços para fixação da obra: no canteiro central dos altos da Avenida Afonso Pena, no canteiro da Avenida do Poeta, no Parque dos Poderes, ou ainda ao lado do futuro “Aquário do Pantanal”, em Campo Grande.

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