
“Eu não caminho para o fim, eu caminho para as origens”.
Este é mais que um presente de fim de ano, a voz de Manoel de Barros escrita a máquina (Olivetti), à mão e ao vivo. Ele está fazendo 90 anos em 19 de dezembro e, além de nos oferecer um poema inédito (confira na edição impressa), em que se diz um songo, concede-nos entrevista em três tempos diferentes.
...(...) passei a vida tentando escrever em língua de brincar. Minhas palavras são de meu tamanho; eu sou miúdo e tenho o olhar pra baixo. Vejo melhor o cisco. Minhas palavras aprenderam a gostar do cisco, isto é, da palavra cisco. E das coisas jogadas fora, no cisco. Pra ser mais correto: as coisas que moram em terreno baldio.
Na Revista Caros Amigos de dezembro de 2006.
3 comentários:
Photo from my Best weekend in this year ! ! ! ( phentermine )
Look it here :
I and my Girl or My friends girl
nossa, que legal este blog...
"matéria de poesia"
=)
em bom achado. o manoel é fantástico.
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